Olá...me chamo Cristina Pujol, moro em Porto Alegre/RS.
Ao tomar conhecimento do Budismo imediatamente me identifiquei com os preceitos. Decidi então me aprofundar e iniciar uma pesquisa e também uma longa caminhada, cujo resultado pretendo repassar aqui neste Blog. Fiz introdução ao Zen Budismo no Via Zen, na minha cidade, no outono de 2006. Meu primeiro contato direto com o Budismo foi apaixonante e a amor primeira vista. Quando estive no Via Zen e quando pratiquei o Zazen pela primeira vez, eu não cabia em mim de tanta felicidade, percebi que havia encontrado o meu caminho, o Caminho do Meio e principalmente e o mais importante de tudo: "Eu Havia Me Encontrado!!!"
"A verdadeira sabedoria é nos compreendermos a nós mesmos."
Taisen Deshimaru
"Aja como se suas atitudes fizessem diferença. Porque elas fazem."
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Positivismo
Tal como são nossos pensamentos é nossa consciência: e tal como é nossa consciência, é nossa vida.
Se plantarmos uma semente de pensamento limpo e positivo e
nos concentrarmos nele, damos a ele energia, tal como o sol
dá energia para uma semente na terra. E tal como a semente na
terra acorda, move-se e começa a crescer, os pensamentos nos
quais nos concentramos acordam, movem-se e começam a crescer.
Então, vamos semear pensamentos positivos.
A cada manhã, antes de começarmos a jornada de nosso dia,
sentemo-nos em silêncio e semeemos a semente da paz.
Paz é harmonia e equilíbrio. Paz é liberdade - liberdade do
peso da negatividade e do desperdício. Deixemos que a paz
encontre sua morada dentro de nós. A paz é a nossa força
original, nossa eterna tranquilidade de ser.
Permita que seu primeiro pensamento do dia seja de paz.
Plante essa semente.
Regue-a com atenção e você atingirá a calma.
(Antony Strano)
"O poder para realizarmos mudanças efetivas em nós e à nossa volta vem de uma área profunda da consciência. Só nós transformamos de fato e ajudamos a elevar o que nos cerca na medida em que nos aproximamos da nossa essência e descobrimos o universo interior."
Verso Zen
Quando curiosamente te perguntarem, buscando saber o que é Aquilo,
Não deves afirmar ou negar nada.
Pois o que quer que seja afirmado não é a verdade,
E o que quer que seja negado não é verdadeiro.
Como alguém poderá dizer com certeza o que Aquilo possa ser
Enquanto por si mesmo não tiver compreendido plenamente o que é?
E, após tê-lo compreendido, que palavra deve ser enviada de uma região
Onde a carruagem da palavra não encontra uma trilha por onde possa seguir?
Portanto, aos questionamentos ofereças apenas o silêncio,
Silêncio e um dedo apontando o Caminho.
O Dharma é a natureza básica da existência. Portanto, estar atento ao Dharma significa estar atento aquilo que mantém a
existência. Manter alguma coisa é uma função do mundo dualista, porque agir, manter, é, falando de modo geral, ter um objeto.
"Que todas as coisas boas fluam para você,
que todas as doenças desapareçam,
que os perigos não o alcancem,
que você tenha uma vida longa e feliz".
"A contemplação de nossa própria impermanência nos faz lembrar a natureza fugaz e tênue da vida; proporciona, assim, lições essenciais sobre viver o momento presente. A vida humana é uma grande benção. Se aceitarmos e assimilarmos o fato de nossa própria mortalidade, então, por definição, teremos de lidar com as questões essenciais de como vivemos e de como passamos o tempo que nos foi reservado. Precisamos para de procrastinar, de fingir que temos a eternidade para fazer o que queremos e ser o que ansiamos. Se pensarmos que queremos nos tornar seres humanos melhores e mais amorosos, é melhor começar a andar nessa direção imediatamente. A lembrança da morte nos coloca diante do fato de que a vida é como uma cachoeira que cai de um penhasco; não pode ser adiada. Sua vida é aqui e agora,neste exato momento."
Lama Surya Das
Aprenda que todo dia temos a opção de viver plenamente.
Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".
" "Maitri" pode ser traduzido como "Amor", ou "Bondade Amorosa". Alguns mestres budistas preferem " Bondade Amorosa " por considerarem a palavra " Amor " muito perigosa. Mas eu prefiro o têrmo "Amor". às vezes, as palavras adoecem, e nós temos que curá-las. A palavra "Amor" tem sido usada como um têrmo correspondente a apetite, ou desejo, como em " Eu Amo Hambúrgueres". É necessário empregar o idioma com mais cuidado. "Amor" é uma palavra bonita e devemos recuperar seu significado. O têrmo " Maitri" tem raízes na palavra " Mitra" , que quer dizer Amigo. No Budismo o principal significado de Amor é Amizade. Todos nós possuímos as sementes do Amor. Podemos desenvolver essa maravilhosa fonte de energia nutrindo o Amor incondicional que nada espera de volta."
Mestre Thich Nhat Hanh
Meditaçao!
A dádiva de aprender a meditar é o maior presente que você pode se dar nesta vida. Porque é apenas através da meditação que você pode empreender a jornada para descobrir sua verdadeira natureza e assim encontrar a estabilidade e a confiaça de que necessitará para viver e morrer bem. A meditação é o caminho para a iluminação. Tao Tarruze
"Preserva a fidelidade, ama o aprender, defende o bom Caminho com a tua vida. Não entres em nenhum país que seja instável: não residas num país que esteja tumultuado. Destaca-te num mundo que segue o Caminho; esconde-te quando o mundo se afasta do Caminho. Num país em que o Caminho prevalece, é vergonhoso permanecer pobre e obscuro; num país que se afasta do Caminho, é vergonhoso tornar-se rico e honrado". Tao Tarruze
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro, para
bem dentro de você e faça
dali o seu lugar de descanso,
conforto e recomposição.
Crie este universo agradável
para si e seja feliz.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
Breve Histórico do Zen Budismo
O fundador do Budismo, viveu na Índia há 2.500 anos atrás. Seus discípulos, após sua morte, mantiveram-se organizados em uma Comunidade, o Sangha, que zelou pela conservação dos ensinamentos do Mestre. Breve, a Sangha fragmentou-se em uma série de escolas e seitas diversas das quais o Mahayana, ou Escola do Sul, entrou na China no início da era cristã. Na China, o Mahayana ramificou-se em uma série de escolas que estudavam o Budismo em seus aspectos filosóficos, através das Escrituras vindas da Índia. No século VI, porém, teria aparecido na China um mestre hindu de nome Bodhidarma, que teria ensinado que o Budismo não está no estudo de conceitos e idéias, mas sim na prática da meditação "Zazen", que proporcionou a Buda, a experiência libertadora, através do desenvolvimento da Intuição. Esse Bodhidarma é considerado o Primeiro Patriarca Zen da China, ao qual se seguem cinco personalidades, formando um conjunto de Seis Patriarcas.
Com o Sexto Patriarca, Hui Neng, começam a se delinear melhor os fundamentos do Zen Budismo e a literatura Zen começa a produzir obras mais importantes. No tempo de Hui Neng, o Zen Budismo se dividiu em duas escolas, a do Norte, que optava por um desenvolvimento gradativo da mente e a do Sul, que preferia a obtenção súbita e instantânea do "Satori" ou Iluminação. O Zen Budismo atual pertence à Escola do Sul.
No Japão, o Zen começou a penetrar desde o século VII, mas só a partir do século XIII tivemos a introdução oficial das diversas seitas Zen. Três são as seitas Zen Budistas japonesas, Soto, Rinzai e Obaku, todas pertencentes à Escola do Sul, acima mencionada.
Fonte: Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul
Zen
Zen é o nome japonês de um ramo do Budismo Mahayana, praticado sobretudo na China, Japão, Vietnam e Coréia. A prática básica do Zen é o Zazen, um tipo de meditação contemplativa que visa a levar o praticante é "experiência direta da realidade".
No Zen japonês há duas vertentes principais: Soto e Rinzai. Enquanto a escola Soto dá maior ênfase à meditação silenciosa, a escola Rinzai faz amplo uso dos koans. Atualmente, o Zen é uma das escolas budistas mais conhecidas e de maior expansão no Ocidente.
Budismo e Zen
O Zen é um ramo da tradição budista Mahayana, e baseia-se fundamentalmente nos ensinamentos de Siddhartha Gautama, o Buda histórico e fundador do budismo. No entanto, através de sua história, o Zen também foi recebendo influências das diversas culturas dos países por onde passou.
Seu período de formação na China, em particular, determinou muito de sua identidade. Ensinamentos e práticas taoístas exerceram grande influência no Chan chinês. Conceitos como o wu wei, a natureza fluida da realidade e a "pedra não-entalhada" ainda podem ser identificados no Zen japonês e nas escolas correlatas. Mesmo a tradição Zen de "mestres loucos" é claramente uma continuação da tradição dos mestres taoístas.
Outra influência, embora menor, veio do Confucionismo -- e a isso some-se ainda a influência que o Zen recebeu do Xintoísmo ao chegar ao Japão.
Tais peculiaridades já levaram alguns estudiosos a considerar o Zen como uma escola "independente", fora da tradição Mahayana -- ou até mesmo fora do budismo. Essas posições, no entanto, são minoritárias; a vasta maioria dos estudiosos considera o Zen uma escola budista, inserida na tradição Mahayana.
Todas as escolas de Zen são versadas em filosofia e doutrina budistas, incluindo as Quatro Nobres Verdades, o Nobre Caminho Óctuplo e as Paramitas. No entanto, a ênfase do Zen em experimentar a realidade diretamente, além de idéias e palavras, o mantém sempre nos limites da tradição.
Essa abertura permitiu (e permite) que não-budistas praticassem o Zen, como o padre jesuíta Hugo Enomiya-Lassalle, que chegou a receber a transmissão do Dharma, e muitos outros. Existe até mesmo uma corrente de "Zen Cristão", assim como outras que se denominam "não-sectárias".
Práticas e ensinamentos do Zen
De um modo geral, os ensinamentos do Zen criticam o estudo de textos e o desejo por realizações mundanas, recomendando, antes, a dedicação é meditação (zazen) como forma de experimentar a mente e a realidade de maneira direta. No entanto, o Zen não chega a ser uma doutrina quietista -- o mestre Chan chinês Baizhang (em japonês, Hyakujo, 720-814), por exemplo, dedicava-se ao trabalho braçal em seu monastério e tinha por lema um ditado que ficou famoso entre os praticantes de Zen: "Um dia sem trabalho é um dia sem comida."
De fato, o Zen tem uma longa tradição de trabalho meditativo, desde atividades braçais até as mais refinadas, como caligrafia, ikebana e a famosa cerimônia do chá -- além de artes marciais, com as quais o Zen sempre esteve ligado.
Essas práticas, porém, estão bem fundamentadas nas escrituras budistas, principalmente nos sutras Mahayana compostos na Índia e na China, em particular o Sutra da Plataforma de Huineng, o Sutra do Coração, o Sutra do Diamante, o Lankavatara Sutra e o Samantamukha Parivarta, um capítulo do Sutra do Lótus.
A grande influência do Lankavatara Sutra, em particular, levou à formação da filosofia "apenas mente" do Zen, na qual a consciência em si mesma é a única realidade.
O Zen não é um estilo de prática intelectual ou solitário. Templos e centros de prática congregam sempre um grupo de praticantes (uma sangha), e conduzem atividades diárias e retiros mensais (sesshins). Além disso, o Zen é tido como um estilo de vida, e não apenas como um conjunto de práticas ou um estado de consciência.
Zazen
Para o Zen, experimentar a realidade diretamente é experimentar o nirvana. Para experimentar a realidade diretamente, é preciso desapegar-se de palavras, conceitos e discursos. E, para desapegar-se disso, é preciso meditar. Por isso, o zazen ("meditação sentada") é a prática fundamental do Zen.
Ao meditar, o praticante senta-se sobre uma pequena almofada redonda (o zafu) e assume a postura de lótus, a postura de meio lótus, a postura burmanesa ou a postura de seiza. Unindo as mãos um pouco abaixo do umbigo (fazendo o mudra cósmico), ele semicerra suas pálpebras, pousando a vista cerca de um metro à sua frente. Na escola Rinzai, os praticantes sentam-se virados para o centro da sala. Na escola Soto, sentam-se virados para a parede.
Então o praticante "segue sua respiração", contando cada ciclo de inspiração e expiração, até chegar a dez. Então o ciclo recomeça. Enquanto isso, sua única tarefa é manter uma mente relaxada, aberta, concentrada mas sem tensão, e estar presente no "agora" do momento, sem se deixar levar por pensamentos ou ruminações. Quando isso acontece, ele volta a se concentrar na contagem. Os praticantes mais experientes, cujo poder de concentração (samadhi) é maior, podem abster-se de contar ou seguir sua respiração. Fazendo assim, eles estarão praticando o tipo de zazen chamado shikantaza, "apenas sentar-se".
A duração de um período de meditação varia de acordo com a escola. Embora o período tradicional de meditação seja o tempo que uma vareta de incenso leva para queimar (de 35 a 40 minutos), escolas como a Sanbo Kyodan recomendam a seus alunos que n?o meditem por mais de 25 minutos por vez, pois a meditação pode tornar-se inerte. Na maioria das escolas, porém, os monges rotineiramente meditam entre quatro e seis períodos de 30-40 minutos todos os dias. Quanto a leigos, o mestre Dogen dizia que cinco minutos diários já eram benéficos -- o que importa é a constância.
Durante os retiros (sesshins) mensais, porém, as atividades são intensificadas. Com duração de um, trás, cinco ou sete dias, a rotina dos retiros prevê de nove a 12 períodos de 30-40 minutos por dia, ou até mais. Entre cada período de zazen, os praticantes "descansam" fazendo kinhin (meditação andando).
O professor
Como o Zen dá é muito importante para o treinamento do praticante. De um modo geral, um professor de Zen é uma pessoa ordenada em qualquer escola que tenha recebido permissão para ensinar o Dharma a outros.
Uma parte central de toda a tradição Zen é a noção de transmissão do Dharma, ou seja, a idéia de que há uma linhagem ininterrupta de mestres que, a partir de Buda, transmitiram e receberam os ensinamentos e atingiram pelo menos algum grau de realização. Essa noção se originou da famosa descrição do Zen feita por Bodhidharma:
Uma transmissão especial, fora das escrituras;
Sem depender de palavras ou letras;
Apontando diretamente é mente humana;
Contemplando a própria natureza e atingindo o estado de Buda.
Quando um professor é reconhecido oficialmente como tendo atingido um certo grau de realização e é admitido à linhagem de mestres, diz-se que ele "recebeu a transmissão do Dharma". Desde pelo menos a Idade Média, essa transmissão, "de mente a mente", "de mestre a discúpulo", tem tido um papel fundamental em todas as escolas de Zen. Durante a cerim?nia de transmissão, o novo professor é presenteado com uma carta genealógica que mapeia toda a linhagem, de Buda até ele próprio.
Títulos honoríficos ligados a professores que receberam a transmissão do Dharma incluem: na China, Fashi e Chanshi; na Coréia, Sunim e Seon Sa; no Vietnã, Thay; e, no Japão, Osho ("sacerdote"), Sensei ("professor") e Roshi ("professor mais velho"). De um modo geral, fala-se em um "mestre Zen" apenas em referência a professores de renome, especialmente os medievais ou os antigos.
A Iluminação
No Zen, a iluminação é geralmente chamada de satori ou kensho. O kensho é o primeiro vislumbre, por assim dizer, da verdadeira natureza da realidade e de si mesmo, é mais breve e pouco profundo. O satori, por sua vez, é uma experiência mais profunda e duradoura, em que o praticante tem uma experiência intensa da Natureza de Buda, e vê sua "face original".
Não se trata, porém, de uma experiência visionária. Embora algumas pessoas suponham que a experiência de iluminação deva levar quem a experimente a universos de luz intensa, ou coisa que o valha, o depoimento dos mestres Zen contradiz essa hipótese. Perguntado sobre como sua vida era antes e como ficou depois do satori, um mestre Zen moderno respondeu: "Agora meu jardim parece mais colorido."
Na iluminação, o praticante não é arrebatado a nenhum outro lugar.
Outra suposição comum é que, sendo iluminado, o fluxo de pensamentos para, e o praticante fica como um espelho polido, refletindo a pura realidade sem pensamentos que o atrapalhem. Pelo contrário, os pensamentos não param -- o que ocorre é que o praticante abre mão deles, deixa-os passar, esquece deles, e esquece de si mesmo. Quando o Quinto Patriarca, Hongren (em japonês, Daiman Konin, 601-647), decidiu escolher quem o sucederia, propôs a seus discípulos que tentassem captar a essência do Zen em um poema; o autor do melhor poema seria seu sucessor. Quando receberam a notícia, os monges já sabiam quem seria o vencedor: Shenxiu, o aluno mais antigo de Hongren. Ninguêm se deu ao trabalho de competir com ele. Apenas esperaram, e Shexiu escreveu seu poema e o pendurou na parede:
"Este corpo é a àrvore de Bodhi.
A alma é como um espelho brilhante.
Toma cuidado para que sempre esteja limpo,
não deixando o pó se acumular sobre ele".
Todos os monges gostaram. Com certeza Hongren também iria gostar. Entretanto, no dia seguinte havia outro poema pendurado ao lado, que alguém havia pregado durante a noite:
Os monges ficaram assombrados. Quem teria escrito aquilo? Depois de algum tempo, descobriram: o autor do poema era Huineng, o cozinheiro do monastério. E, percebendo sua realização, foi a ele que Hongren estendeu seu manto e sua tigela, fazendo de Huineng o Sexto Patriarca.
Ensinamentos radicais
Algumas das histórias tradicionais do Zen descrevem mestres usando estranhos métodos de ensino, e muitos praticantes de hoje tendem a interpretar essas histórias de maneira excessivamente literal.
Por exemplo, muitos ficam indignados quando ouvem histórias como a do mestre Linji, fundador da escola Rinzai, que disse: "Se você encontrar o Buda, mate o Buda. Se você encontrar um Patriarca, mate o Patriarca." Um mestre contemporâneo, Seung Sahn, também ensina a seus alunos que todos precisamos matar três coisas: matar nossos pais, matar o Buda e matar nosso professor (no caso, o próprio Seung Shan). No entanto, é claro que nem Linji nem Seung Sahn estavam falando de maneira literal. O que eles queriam dizer era que precisamos "matar" nosso apego a professores e coisas externas.
Quando visitam templos ou centros de prática Zen, os iniciantes que leram muitas dessas histórias e esperam encontrar professores iconoclastas normalmente se surpreendem com a natureza conservadora e formal das práticas.
J? Passou...
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Mente de Buddha Somente quando não mais odiarmos a vida e morte, ou não mais estivermos cobiçando o Nirvana, é que entraremos nesta região de conhecimento chamada mente de Buddha. Não devemos procurar achar definições para tal, ou palavras com que descrevê-la. Ao desapegarmos do corpo e mente, e entrarmos no caminho de Buddha, então seremos conduzidos. Se seguirmos este norte, atingiremos o desapego da vida e morte, e sem nos esforçarmos, um Buddha nos tornaremos. Se compreendermos isto, então não haverá mais apego.
Dôgen Zenji Fonte: Daissen Zendô
Em Gasshô, Cristina
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