Olá...me chamo Cristina Pujol,sou casada e tenho uma filha, moro em Porto Alegre/RS.
Ao tomar conhecimento do Budismo imediatamente me identifiquei com os preceitos. Decidi então me aprofundar e iniciar uma pesquisa e também uma longa caminhada, cujo resultado pretendo repassar aqui neste Blog. Fiz introdução ao Zen Budismo no Via Zen, na minha cidade, no outono de 2006. Meu primeiro contato direto com o Budismo foi apaixonante e a amor primeira vista. Quando estive no Via Zen e quando pratiquei o Zazen pela primeira vez, eu não cabia em mim de tanta felicidade, percebi que havia encontrado o meu caminho, o Caminho do Meio e principalmente e o mais importante de tudo: "Eu Havia Me Encontrado!!!"
"A verdadeira sabedoria é nos compreendermos a nós mesmos."
Taisen Deshimaru
"Aja como se suas atitudes fizessem diferença. Porque elas fazem."
Outros sites:
- Filosofia Huna
- Nova Era
- Quietude Sutil
- Quarta Dimensão
- Daissen Zendo
- Física Quântica
- DO-IN
- IPPB
- Ciência
- Histórias Budistas
- Instituto Caminho do Meio
- Via Zen
- Sebastian Valle
Blogs de Amigos:
Alex
Solange
Frases Budistas (aleatórias)
»» Tecle F5 para atualizar a frase
Positivismo
Tal como são nossos pensamentos é nossa consciência: e tal como é nossa consciência, é nossa vida.
Se plantarmos uma semente de pensamento limpo e positivo e
nos concentrarmos nele, damos a ele energia, tal como o sol
dá energia para uma semente na terra. E tal como a semente na
terra acorda, move-se e começa a crescer, os pensamentos nos
quais nos concentramos acordam, movem-se e começam a crescer.
Então, vamos semear pensamentos positivos.
A cada manhã, antes de começarmos a jornada de nosso dia,
sentemo-nos em silêncio e semeemos a semente da paz.
Paz é harmonia e equilíbrio. Paz é liberdade - liberdade do
peso da negatividade e do desperdício. Deixemos que a paz
encontre sua morada dentro de nós. A paz é a nossa força
original, nossa eterna tranquilidade de ser.
Permita que seu primeiro pensamento do dia seja de paz.
Plante essa semente.
Regue-a com atenção e você atingirá a calma.
(Antony Strano)
"O poder para realizarmos mudanças efetivas em nós e à nossa volta vem de uma área profunda da consciência. Só nós transformamos de fato e ajudamos a elevar o que nos cerca na medida em que nos aproximamos da nossa essência e descobrimos o universo interior."
Verso Zen
Quando curiosamente te perguntarem, buscando saber o que é Aquilo,
Não deves afirmar ou negar nada.
Pois o que quer que seja afirmado não é a verdade,
E o que quer que seja negado não é verdadeiro.
Como alguém poderá dizer com certeza o que Aquilo possa ser
Enquanto por si mesmo não tiver compreendido plenamente o que é?
E, após tê-lo compreendido, que palavra deve ser enviada de uma região
Onde a carruagem da palavra não encontra uma trilha por onde possa seguir?
Portanto, aos questionamentos ofereças apenas o silêncio,
Silêncio e um dedo apontando o Caminho.
O Dharma é a natureza básica da existência. Portanto, estar atento ao Dharma significa estar atento aquilo que mantém a
existência. Manter alguma coisa é uma função do mundo dualista, porque agir, manter, é, falando de modo geral, ter um objeto.
"Que todas as coisas boas fluam para você,
que todas as doenças desapareçam,
que os perigos não o alcancem,
que você tenha uma vida longa e feliz".
"A contemplação de nossa própria impermanência nos faz lembrar a natureza fugaz e tênue da vida; proporciona, assim, lições essenciais sobre viver o momento presente. A vida humana é uma grande benção. Se aceitarmos e assimilarmos o fato de nossa própria mortalidade, então, por definição, teremos de lidar com as questões essenciais de como vivemos e de como passamos o tempo que nos foi reservado. Precisamos para de procrastinar, de fingir que temos a eternidade para fazer o que queremos e ser o que ansiamos. Se pensarmos que queremos nos tornar seres humanos melhores e mais amorosos, é melhor começar a andar nessa direção imediatamente. A lembrança da morte nos coloca diante do fato de que a vida é como uma cachoeira que cai de um penhasco; não pode ser adiada. Sua vida é aqui e agora,neste exato momento."
Lama Surya Das
Aprenda que todo dia temos a opção de viver plenamente.
Afinal de contas, "ATITUDE É TUDO".
" "Maitri" pode ser traduzido como "Amor", ou "Bondade Amorosa". Alguns mestres budistas preferem " Bondade Amorosa " por considerarem a palavra " Amor " muito perigosa. Mas eu prefiro o têrmo "Amor". às vezes, as palavras adoecem, e nós temos que curá-las. A palavra "Amor" tem sido usada como um têrmo correspondente a apetite, ou desejo, como em " Eu Amo Hambúrgueres". É necessário empregar o idioma com mais cuidado. "Amor" é uma palavra bonita e devemos recuperar seu significado. O têrmo " Maitri" tem raízes na palavra " Mitra" , que quer dizer Amigo. No Budismo o principal significado de Amor é Amizade. Todos nós possuímos as sementes do Amor. Podemos desenvolver essa maravilhosa fonte de energia nutrindo o Amor incondicional que nada espera de volta."
Mestre Thich Nhat Hanh
Meditaçao!
A dádiva de aprender a meditar é o maior presente que você pode se dar nesta vida. Porque é apenas através da meditação que você pode empreender a jornada para descobrir sua verdadeira natureza e assim encontrar a estabilidade e a confiaça de que necessitará para viver e morrer bem. A meditação é o caminho para a iluminação. Tao Tarruze
"Preserva a fidelidade, ama o aprender, defende o bom Caminho com a tua vida. Não entres em nenhum país que seja instável: não residas num país que esteja tumultuado. Destaca-te num mundo que segue o Caminho; esconde-te quando o mundo se afasta do Caminho. Num país em que o Caminho prevalece, é vergonhoso permanecer pobre e obscuro; num país que se afasta do Caminho, é vergonhoso tornar-se rico e honrado". Tao Tarruze
Não olhe para trás.
Não olhe para os lados.
Olhe somente para dentro, para
bem dentro de você e faça
dali o seu lugar de descanso,
conforto e recomposição.
Crie este universo agradável
para si e seja feliz.
O mundo agradecerá o seu trabalho.
Breve Histórico do Zen Budismo
O fundador do Budismo, viveu na Índia há 2.500 anos atrás. Seus discípulos, após sua morte, mantiveram-se organizados em uma Comunidade, o Sangha, que zelou pela conservação dos ensinamentos do Mestre. Breve, a Sangha fragmentou-se em uma série de escolas e seitas diversas das quais o Mahayana, ou Escola do Sul, entrou na China no início da era cristã. Na China, o Mahayana ramificou-se em uma série de escolas que estudavam o Budismo em seus aspectos filosóficos, através das Escrituras vindas da Índia. No século VI, porém, teria aparecido na China um mestre hindu de nome Bodhidarma, que teria ensinado que o Budismo não está no estudo de conceitos e idéias, mas sim na prática da meditação "Zazen", que proporcionou a Buda, a experiência libertadora, através do desenvolvimento da Intuição. Esse Bodhidarma é considerado o Primeiro Patriarca Zen da China, ao qual se seguem cinco personalidades, formando um conjunto de Seis Patriarcas.
Com o Sexto Patriarca, Hui Neng, começam a se delinear melhor os fundamentos do Zen Budismo e a literatura Zen começa a produzir obras mais importantes. No tempo de Hui Neng, o Zen Budismo se dividiu em duas escolas, a do Norte, que optava por um desenvolvimento gradativo da mente e a do Sul, que preferia a obtenção súbita e instantânea do "Satori" ou Iluminação. O Zen Budismo atual pertence à Escola do Sul.
No Japão, o Zen começou a penetrar desde o século VII, mas só a partir do século XIII tivemos a introdução oficial das diversas seitas Zen. Três são as seitas Zen Budistas japonesas, Soto, Rinzai e Obaku, todas pertencentes à Escola do Sul, acima mencionada.
Fonte: Comunidade Budista Soto Zenshu da América do Sul
Zen
Zen é o nome japonês de um ramo do Budismo Mahayana, praticado sobretudo na China, Japão, Vietnam e Coréia. A prática básica do Zen é o Zazen, um tipo de meditação contemplativa que visa a levar o praticante é "experiência direta da realidade".
No Zen japonês há duas vertentes principais: Soto e Rinzai. Enquanto a escola Soto dá maior ênfase à meditação silenciosa, a escola Rinzai faz amplo uso dos koans. Atualmente, o Zen é uma das escolas budistas mais conhecidas e de maior expansão no Ocidente.
Budismo e Zen
O Zen é um ramo da tradição budista Mahayana, e baseia-se fundamentalmente nos ensinamentos de Siddhartha Gautama, o Buda histórico e fundador do budismo. No entanto, através de sua história, o Zen também foi recebendo influências das diversas culturas dos países por onde passou.
Seu período de formação na China, em particular, determinou muito de sua identidade. Ensinamentos e práticas taoístas exerceram grande influência no Chan chinês. Conceitos como o wu wei, a natureza fluida da realidade e a "pedra não-entalhada" ainda podem ser identificados no Zen japonês e nas escolas correlatas. Mesmo a tradição Zen de "mestres loucos" é claramente uma continuação da tradição dos mestres taoístas.
Outra influência, embora menor, veio do Confucionismo -- e a isso some-se ainda a influência que o Zen recebeu do Xintoísmo ao chegar ao Japão.
Tais peculiaridades já levaram alguns estudiosos a considerar o Zen como uma escola "independente", fora da tradição Mahayana -- ou até mesmo fora do budismo. Essas posições, no entanto, são minoritárias; a vasta maioria dos estudiosos considera o Zen uma escola budista, inserida na tradição Mahayana.
Todas as escolas de Zen são versadas em filosofia e doutrina budistas, incluindo as Quatro Nobres Verdades, o Nobre Caminho Óctuplo e as Paramitas. No entanto, a ênfase do Zen em experimentar a realidade diretamente, além de idéias e palavras, o mantém sempre nos limites da tradição.
Essa abertura permitiu (e permite) que não-budistas praticassem o Zen, como o padre jesuíta Hugo Enomiya-Lassalle, que chegou a receber a transmissão do Dharma, e muitos outros. Existe até mesmo uma corrente de "Zen Cristão", assim como outras que se denominam "não-sectárias".
Práticas e ensinamentos do Zen
De um modo geral, os ensinamentos do Zen criticam o estudo de textos e o desejo por realizações mundanas, recomendando, antes, a dedicação é meditação (zazen) como forma de experimentar a mente e a realidade de maneira direta. No entanto, o Zen não chega a ser uma doutrina quietista -- o mestre Chan chinês Baizhang (em japonês, Hyakujo, 720-814), por exemplo, dedicava-se ao trabalho braçal em seu monastério e tinha por lema um ditado que ficou famoso entre os praticantes de Zen: "Um dia sem trabalho é um dia sem comida."
De fato, o Zen tem uma longa tradição de trabalho meditativo, desde atividades braçais até as mais refinadas, como caligrafia, ikebana e a famosa cerimônia do chá -- além de artes marciais, com as quais o Zen sempre esteve ligado.
Essas práticas, porém, estão bem fundamentadas nas escrituras budistas, principalmente nos sutras Mahayana compostos na Índia e na China, em particular o Sutra da Plataforma de Huineng, o Sutra do Coração, o Sutra do Diamante, o Lankavatara Sutra e o Samantamukha Parivarta, um capítulo do Sutra do Lótus.
A grande influência do Lankavatara Sutra, em particular, levou à formação da filosofia "apenas mente" do Zen, na qual a consciência em si mesma é a única realidade.
O Zen não é um estilo de prática intelectual ou solitário. Templos e centros de prática congregam sempre um grupo de praticantes (uma sangha), e conduzem atividades diárias e retiros mensais (sesshins). Além disso, o Zen é tido como um estilo de vida, e não apenas como um conjunto de práticas ou um estado de consciência.
Zazen
Para o Zen, experimentar a realidade diretamente é experimentar o nirvana. Para experimentar a realidade diretamente, é preciso desapegar-se de palavras, conceitos e discursos. E, para desapegar-se disso, é preciso meditar. Por isso, o zazen ("meditação sentada") é a prática fundamental do Zen.
Ao meditar, o praticante senta-se sobre uma pequena almofada redonda (o zafu) e assume a postura de lótus, a postura de meio lótus, a postura burmanesa ou a postura de seiza. Unindo as mãos um pouco abaixo do umbigo (fazendo o mudra cósmico), ele semicerra suas pálpebras, pousando a vista cerca de um metro à sua frente. Na escola Rinzai, os praticantes sentam-se virados para o centro da sala. Na escola Soto, sentam-se virados para a parede.
Então o praticante "segue sua respiração", contando cada ciclo de inspiração e expiração, até chegar a dez. Então o ciclo recomeça. Enquanto isso, sua única tarefa é manter uma mente relaxada, aberta, concentrada mas sem tensão, e estar presente no "agora" do momento, sem se deixar levar por pensamentos ou ruminações. Quando isso acontece, ele volta a se concentrar na contagem. Os praticantes mais experientes, cujo poder de concentração (samadhi) é maior, podem abster-se de contar ou seguir sua respiração. Fazendo assim, eles estarão praticando o tipo de zazen chamado shikantaza, "apenas sentar-se".
A duração de um período de meditação varia de acordo com a escola. Embora o período tradicional de meditação seja o tempo que uma vareta de incenso leva para queimar (de 35 a 40 minutos), escolas como a Sanbo Kyodan recomendam a seus alunos que n?o meditem por mais de 25 minutos por vez, pois a meditação pode tornar-se inerte. Na maioria das escolas, porém, os monges rotineiramente meditam entre quatro e seis períodos de 30-40 minutos todos os dias. Quanto a leigos, o mestre Dogen dizia que cinco minutos diários já eram benéficos -- o que importa é a constância.
Durante os retiros (sesshins) mensais, porém, as atividades são intensificadas. Com duração de um, trás, cinco ou sete dias, a rotina dos retiros prevê de nove a 12 períodos de 30-40 minutos por dia, ou até mais. Entre cada período de zazen, os praticantes "descansam" fazendo kinhin (meditação andando).
O professor
Como o Zen dá é muito importante para o treinamento do praticante. De um modo geral, um professor de Zen é uma pessoa ordenada em qualquer escola que tenha recebido permissão para ensinar o Dharma a outros.
Uma parte central de toda a tradição Zen é a noção de transmissão do Dharma, ou seja, a idéia de que há uma linhagem ininterrupta de mestres que, a partir de Buda, transmitiram e receberam os ensinamentos e atingiram pelo menos algum grau de realização. Essa noção se originou da famosa descrição do Zen feita por Bodhidharma:
Uma transmissão especial, fora das escrituras;
Sem depender de palavras ou letras;
Apontando diretamente é mente humana;
Contemplando a própria natureza e atingindo o estado de Buda.
Quando um professor é reconhecido oficialmente como tendo atingido um certo grau de realização e é admitido à linhagem de mestres, diz-se que ele "recebeu a transmissão do Dharma". Desde pelo menos a Idade Média, essa transmissão, "de mente a mente", "de mestre a discúpulo", tem tido um papel fundamental em todas as escolas de Zen. Durante a cerim?nia de transmissão, o novo professor é presenteado com uma carta genealógica que mapeia toda a linhagem, de Buda até ele próprio.
Títulos honoríficos ligados a professores que receberam a transmissão do Dharma incluem: na China, Fashi e Chanshi; na Coréia, Sunim e Seon Sa; no Vietnã, Thay; e, no Japão, Osho ("sacerdote"), Sensei ("professor") e Roshi ("professor mais velho"). De um modo geral, fala-se em um "mestre Zen" apenas em referência a professores de renome, especialmente os medievais ou os antigos.
A Iluminação
No Zen, a iluminação é geralmente chamada de satori ou kensho. O kensho é o primeiro vislumbre, por assim dizer, da verdadeira natureza da realidade e de si mesmo, é mais breve e pouco profundo. O satori, por sua vez, é uma experiência mais profunda e duradoura, em que o praticante tem uma experiência intensa da Natureza de Buda, e vê sua "face original".
Não se trata, porém, de uma experiência visionária. Embora algumas pessoas suponham que a experiência de iluminação deva levar quem a experimente a universos de luz intensa, ou coisa que o valha, o depoimento dos mestres Zen contradiz essa hipótese. Perguntado sobre como sua vida era antes e como ficou depois do satori, um mestre Zen moderno respondeu: "Agora meu jardim parece mais colorido."
Na iluminação, o praticante não é arrebatado a nenhum outro lugar.
Outra suposição comum é que, sendo iluminado, o fluxo de pensamentos para, e o praticante fica como um espelho polido, refletindo a pura realidade sem pensamentos que o atrapalhem. Pelo contrário, os pensamentos não param -- o que ocorre é que o praticante abre mão deles, deixa-os passar, esquece deles, e esquece de si mesmo. Quando o Quinto Patriarca, Hongren (em japonês, Daiman Konin, 601-647), decidiu escolher quem o sucederia, propôs a seus discípulos que tentassem captar a essência do Zen em um poema; o autor do melhor poema seria seu sucessor. Quando receberam a notícia, os monges já sabiam quem seria o vencedor: Shenxiu, o aluno mais antigo de Hongren. Ninguêm se deu ao trabalho de competir com ele. Apenas esperaram, e Shexiu escreveu seu poema e o pendurou na parede:
"Este corpo é a àrvore de Bodhi.
A alma é como um espelho brilhante.
Toma cuidado para que sempre esteja limpo,
não deixando o pó se acumular sobre ele".
Todos os monges gostaram. Com certeza Hongren também iria gostar. Entretanto, no dia seguinte havia outro poema pendurado ao lado, que alguém havia pregado durante a noite:
Os monges ficaram assombrados. Quem teria escrito aquilo? Depois de algum tempo, descobriram: o autor do poema era Huineng, o cozinheiro do monastério. E, percebendo sua realização, foi a ele que Hongren estendeu seu manto e sua tigela, fazendo de Huineng o Sexto Patriarca.
Ensinamentos radicais
Algumas das histórias tradicionais do Zen descrevem mestres usando estranhos métodos de ensino, e muitos praticantes de hoje tendem a interpretar essas histórias de maneira excessivamente literal.
Por exemplo, muitos ficam indignados quando ouvem histórias como a do mestre Linji, fundador da escola Rinzai, que disse: "Se você encontrar o Buda, mate o Buda. Se você encontrar um Patriarca, mate o Patriarca." Um mestre contemporâneo, Seung Sahn, também ensina a seus alunos que todos precisamos matar três coisas: matar nossos pais, matar o Buda e matar nosso professor (no caso, o próprio Seung Shan). No entanto, é claro que nem Linji nem Seung Sahn estavam falando de maneira literal. O que eles queriam dizer era que precisamos "matar" nosso apego a professores e coisas externas.
Quando visitam templos ou centros de prática Zen, os iniciantes que leram muitas dessas histórias e esperam encontrar professores iconoclastas normalmente se surpreendem com a natureza conservadora e formal das práticas.
Já Passou...
- 01/04/2012 a 30/04/2012
- 01/10/2011 a 31/10/2011
- 01/08/2011 a 31/08/2011
- 01/04/2011 a 30/04/2011
- 01/10/2010 a 31/10/2010
- 01/07/2010 a 31/07/2010
- 01/05/2010 a 31/05/2010
- 01/03/2010 a 31/03/2010
- 01/01/2010 a 31/01/2010
- 01/12/2009 a 31/12/2009
- 01/10/2009 a 31/10/2009
- 01/09/2009 a 30/09/2009
- 01/08/2009 a 31/08/2009
- 01/07/2009 a 31/07/2009
- 01/06/2009 a 30/06/2009
- 01/05/2009 a 31/05/2009
- 01/04/2009 a 30/04/2009
- 01/03/2009 a 31/03/2009
- 01/02/2009 a 28/02/2009
- 01/01/2009 a 31/01/2009
Template e HTML: Cristina Pujol
Melhor visualização 800x600
Cristina em
Zen Não Faz Milagres O Zen não é a ambição de vir a ser mais do que humano, um ser especial, Buddha ou Deus. Tampouco é a esperança de ter a visão da Vacuidade, ou de fazer milagres. É voltar à condição normal da mente humana. A prática do zazen traz a paz interior. Além disso, o vosso zazen influência toda a humanidade, todo o Kosmos. Mestre Dogen
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Nossas Ações "Nossas ações viram causas, e dessas causas naturalmente vêm resultados. Tudo o que é colocado em movimento produz um movimento correspondente. Se você joga uma pedra numa lagoa, formam-se ondulações ou anéis que correm para fora, batem na margem e voltam. O mesmo se passa com o movimento dos pensamentos: ondulações correm para fora, ondulações retornam. Quando os resultados desses pensamentos chegam de volta, sentimo-nos vítimas indefesas: estávamos inocentemente vivendo nossa vida - por que todas essas coisas estão acontecendo conosco? O que acontece é que os anéis estão voltando para o centro. Isso é o karma." Chagdud Tulku Rinpoche. Portões da Prática Budista
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Somos todos Budas "Veja todos os seres como Buda, ouça todos os sons como Mantras, olhem todos os lugares como se fossem o Nirvana"
Por: Benedito De Lima Fernandes publicado em ABISMO DA VACUIDADE
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Caminho do Meio (História Zen) Indo ao seu mestre, um discípulo disse fervorosamente: "Eu estou ansioso para entender seus ensinamentos e atingir a Iluminação! Quanto tempo vai demorar para eu obter este prêmio e dominar este conhecimento?" A resposta do mestre foi casual: "Uns dez anos..." Impacientemente, o estudante completou: "Mas eu quero entender todos os segredos mais rápido do que isto! Vou trabalhar duro! Vou praticar todo o dia, estudar e decorar todos os sutras, farei isso dez ou mais horas por dia!! Neste caso, em quanto tempo chegarei ao objetivo?" O mestre pensou um pouco e disse suavemente: "Vinte anos" Fonte: Daissen Zendô
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Pensamento lógico não atinge à Compreensão Certa vez estava Buddha sentado sob uma árvore, com os seus discípulos reunidos à sua volta esperando que ele iniciasse seu discurso. Buddha calmamente inclinou-se e colheu uma flor. Levantou-a à altura de seu rosto e girou-a suavemente. Seus discípulos ficaram espantados e confusos, e murmuraram entre si questionando o sentido daquilo. Dentre eles, apenas Kashyapa entendeu o gesto, sorrindo. Shakyamuni Buddha percebeu que Kashyapa tinha compreendido, e lhe disse: "O método de Meditação que ensino é ver as coisas como elas são, nada rejeitar e tratar as coisas com alegria, vendo claramente sua face original. Esse Dharma misterioso transcende a linguagem e os princípios racionais. O pensamento lógico não pode ser usado para obter a Compreensão; apenas com a sensibilidade da não-mente alcança-se a Verdade. Vós compreendestes. Por isso, concedo-lhe a partir deste momento o espírito do Dhyana."
Conto Zen
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
"Buddhismo Humanista" Buddhismo é uma filosofia de vida baseada integralmente nos ensinamentos do Buddha para todos os seres, que revela a verdadeira face da vida e do Universo. Quando pregava, Buddha não pretendia converter as pessoas, mas iluminá-las. É uma religião de sabedoria, onde conhecimento e inteligência predominam. O Budidhsmo trouxe paz interior, felicidade e harmonia a milhões de pessoas durante sua longa história de mais de 2.500 anos. O Buddhismo é uma religião prática, devotada a condicionar a mente inserida em seu cotidiano, de maneira a leva-la à paz, serenidade, alegria, sabedoria e liberdade perfeitas. Por ser uma maneira de viver que extrai os mais altos benefícios da vida, é freqüentemente chamado de "Buddhismo Humanista". "Ensinamento Fundamental do Buddhismo Ch'an" - do Mestre Hsing Yün.
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Praticar a paz dentro de nós é minimizar o número de conflitos entre este e aquele sentimento Cada vez que nos sentimos irritados, podemos parar o que estamos fazendo, abster-nos de dizer qualquer coisa e inspirar e expirar diversas vezes, conscientes de cada inspiração e de cada expiração. Se ainda continuarmos irritados, podemos fazer meditação andando, conscientes de cada passo lento e de cada respiração que fizermos. Cultivando a paz dentro de nós. Praticar a paz dentro de nós é minimizar o número de conflitos entre este e aquele sentimento, ou entre esta e aquela percepção, e assim podemos estar em verdadeira paz com os outros, incluindo os membros de nossa própria família.
(Do livro “Os cinco treinamentos para a mente alerta” – Thich Nhat Hanh)
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
A naturalidade do entendimento vem do desapego Se você realmente quer encontrar o Caminho não se apegue a nada. Uma vez que você terminar com o karma, todo apego residual terminará. O entendimento vem naturalmente. Você não tem que fazer esforço algum. Mas os fanáticos não entendem o que o Buddha quis dizer. Quanto mais eles tentam, menos eles entendem o ensinamento dos Sábios. Eles invocam buddhas e lêem durante todo o dia. Mas eles continuam cegos à sua própria natureza, e eles não escapam da Roda. "O Sermão do Ciclo da Vida" de Bodhidharma Fonte: Daizen Zendô
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Verdadeira experiência de estado de contemplação Uma pessoa que está começando a praticar geralmente prefere retirar-se para um lugar ermo, porque ela precisa encontrar um estado de calma e equilíbrio mental. Mas quando alguém começa a ter verdadeira experiência de estado de contemplação ela necessita integrá-la às atividades diárias de caminhar, conversar, comer, etc. Um praticante Dzogchen nunca necessita se afastar da sociedade e retirar-se para meditar no topo de uma montanha. Isto é especialmente impróprio na nossa sociedade moderna, na qual todos temos que trabalhar para comer e viver normalmente. Se nós soubermos como integrar nossa contemplação à nossa vida diária, entretanto, manifestaremos progresso em nossa prática do mesmo modo. Fonte: Daissen Zendô - "Contemplação" de Namkhai Norbu Rinpoche.
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
A mente que não existe nem não existe é chamada Caminho do Meio Quem quer que saiba que a mente é uma ficção desprovida de algo real sabe que sua própria mente não existe nem não existe. Os mortais criam a mente, proclamando que ela existe. E os arhats negam a mente, proclamando que ela não existe. Mas os bodhisattvas e budas nem criam nem negam a mente. A isso se diz que a mente não existe nem não existe. A mente que não existe nem não existe é chamada Caminho do Meio.
"O Sermão do Despertar" de Bodhidharma - Daizen Zendô
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
O Caminho Nos Três Pilares do Zen, Roshi Kapleau escreve o seguinte: "Pode acreditar nisto: quando você entra no caminho do Buddha com sinceridade e zelo, os bodhisattvas surgem em toda parte para ajudá-lo" Isso acontece com tanta freqüência que a pessoa nem bem se dispõe a libertar-se, e a ajuda de outras surge naturalmente e sem esforço. Isso não é um exemplo do poder do pensamento positivo pois assim que abrimos mão de nossa teimosia e sacrificamos nossas barreiras mais queridas, abrimo-nos para o mundo todo - e nesse estado de integridade temos naturalmente aquilo que é necessário. Os bodhisattvas geralmente são considerados, no buddhismo, como seres elevados que estão próximos apenas do próprio Buddha. No Zen, um bodhisattva é alguém que ajuda você ao longo do caminho. Extraído de "A Prática do Zen e o Conhecimento de si mesmo" - de Albert Low
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Efeitos Surgem de Causas Todos os fenômenos do universo surgem devido a uma combinação de muitas e diferentes causas e condições. Sem causas e condições adequadas, nenhum fenômeno pode existir. Significa que "dharmas não surgem por si próprios". Como exemplo, tomemos um grão de soja, que é a semente, a causa principal. Água, solo, luz solar, ar e fertilizante são as condições secundárias. Caso essas causas e condições se combinem de maneira correta, a semente poderá germinar, florescer e frutificar. Assim, o fruto resulta de causas. Se, no entanto, o grão de soja tivesse sido armazenado em um silo ou plantado em cascalho, ele teria permanecido semente para sempre. Na falta de condições externas necessárias, uma semente não consegue germinar e frutificar. Hsing yun: Ensinamentos Fundamentais do Budismo Ch'an
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Maravilhas da Vida A vida está repleta de maravilhas, como o céu azul, a luz do sol, os olhos de um bebê. Nossa respiração, por exemplo, pode ser muito prazerosa. Eu aprecio minha respiração todos os dias. Muitas pessoas, porém, só descobrem a alegria de respirar quando têm asma ou nariz entupido. Não precisamos esperar uma crise de asma para apreciar nossa respiração. A mente alerta para os preciosos elementos da felicidade é em si a prática da correta conscientização. Esses elementos estão dentro de nós e ao nosso redor. Podemos apreciá-los a cada segundo das nossas vidas. Se agirmos assim, serão plantadas em nos sementes de paz, alegria e felicidade, e elas se fortalecerão. O segredo da felicidade é a própria felicidade. Onde quer que estejamos, à hora que for, temos a capacidade de apreciar o sol, a presença do outro, a maravilha da respiração. Não temos de viajar para nenhum lugar para isso. Podemos entrar em contato com esses elementos neste exato instante. Thich Nhat Hahn - Paz a Cada Passo
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Quando você depende da realidade, tudo é falso
Quando você entende, a realidade depende de você. Quando você não entende, você depende da realidade. Quando a realidade depende de você aquilo que não é real torna-se real. Quando você depende da realidade aquilo que é real torna-se falso. Quando você depende da realidade, tudo éfalso. Quando a realidade depende de você, tudo é verdadeiro. Assim, o sábio não usa sua mente para procurar por realidade, ou realidade para procurar sua mente ou sua mente para procurar sua mente, ou realidade para procurar realidade. Sua mente não desponta realidade. E a realidade não desponta sua mente. E porque tanto sua mente como a realidade estão imóveis, ele está sempre em samadhi. "O Sermão do Despertar" de Bodhidharma
Em Gasshô, Cristina
Cristina em
Mente de Buddha Somente quando não mais odiarmos a vida e morte, ou não mais estivermos cobiçando o Nirvana, é que entraremos nesta região de conhecimento chamada mente de Buddha. Não devemos procurar achar definições para tal, ou palavras com que descrevê-la. Ao desapegarmos do corpo e mente, e entrarmos no caminho de Buddha, então seremos conduzidos. Se seguirmos este norte, atingiremos o desapego da vida e morte, e sem nos esforçarmos, um Buddha nos tornaremos. Se compreendermos isto, então não haverá mais apego.
Dôgen Zenji Fonte: Daissen Zendô
Em Gasshô, Cristina
| | | | | | | | | | | | | | | |